Gilbert Di Angellis, Advogado

Gilbert Di Angellis

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Sobre mim

Advogado. Cursando MBA em Gestão Empresarial na FGV. Cursando especialização em Advocacia Empresarial na PUC/MG. Graduado em Direito pelo Centro Universitário de Brasília - UniCeub. Coautor da obra "Juristas do Mundo" - Volume V, lançado pela Editora Rede na Espanha. Trabalhou como assistente da direção na Rede Internacional de Excelência Jurídica, associação de juristas da América do Sul, Europa e África.

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Gilbert Di Angellis, Advogado
Gilbert Di Angellis
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Rodrigo Xavier, Advogado
Rodrigo Xavier
Comentário · há 8 dias
Muito bom.

Mas, apenas manifestando uma opinião, não creio que a neurociência afasta os conceitos a que se chegaram com as ciências sociais.

Vi um documentário chamado "Cérebro no automático" que retrata muito bem esse processamento anterior ao processo de raciocínio. Por exemplo, em situações de perigo, nós não raciocinamos direito, agimos impulsivamente para se livrar daquela situação de perigo. Podemos ver a maioria das reações em pegadinhas, as pessoas saem correndo quando se deparam com algo que parece perigoso, mas depois raciocinam e param de correr.

Segundo o documentário, muitos dos nossos atos involuntários são frutos do nosso desenvolvimento e treinamento. Como exemplo apontam o fato de dirigir. Dirigir no início é algo extremamente estressante, mas com a prática torna-se algo como andar, no qual não exige muito raciocínio, age-se naturalmente.

Onde quero chegar?

Creio que esses impulsos são fruto do aprendizado humano. Vejamos os casos dos meninos criados por animais, todas as suas ações são fruto do seu aprendizado social.

Então, o certo e o errado são determinados pelo meio social em que vive. Esse conjunto de informações que se absorve ao longo da vida vão pautar os atos racionais ou impulsivos. Assim, o conjunto normativo aprendido ao longo do desenvolvimento do homem molda também o seu subconsciente que creio ser a fonte da qual esses impulsos não racionais "extraem a sua fundamentação". Ou seja, é o conjunto de informações que direcionam os atos sem que sejam antecedidos de um processo racional especulativo que calcula os possíveis efeitos daquelas ações.

Com a modernidade e a tecnologia, quantas informações absorvemos todos os dias?

Tanto é que o marketing utiliza-se desse conhecimento para fazer as pessoas agirem sem pensar e consumir ou agir de uma determinada forma, ou votar em um candidato, etc...

Portanto, entendo que o meio social proporciona as informações que pautarão as ações dos seres em sociedade, proporcionando ações pré-programadas nas massas que agem como se fossem livres, mas não são, são reprodutores de informações enlatadas. Agem e falam como robozinhos pré-programados.

Só o conhecimento liberta e ainda creio que liberta parcialmente. Um livre arbítrio condicionado.

Link do documentário:

https://www.dailymotion.com/video/x1635z0_cerebro-automatico-ep-1-inconsciente-magico-natgeo_school

http://www.dailymotion.com/video/x163f6q_cerebro-automatico-ep-2-poder-do-subconsciente-natgeo_school

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